Um estado infeccioso designa qualquer condição resultante da invasão do organismo por um agente patogénico — vírus, bactéria, fungo ou parasita — que desencadeia uma resposta imunitária e sintomas clínicos. Os estados infecciosos apresentam-se sob formas muito variadas, dependendo do agente causador, da via de entrada e do estado do sistema imunitário do hospedeiro. Os suplementos de apoio às defesas imunitárias estão disponíveis nas gamas «imunidade» e «defesas naturais» da loja.
Distinguem-se várias formas clínicas: a infeção aguda (início abrupto, evolução rápida — constipação, angina, gripe, gastroenterite); a infeção crónica (persistência do agente patogénico no organismo — hepatite B crónica, infeção por VIH, tuberculose latente); a infeção recorrente (episódios repetidos sem cronicidade — herpes labial, infeções urinárias recorrentes, rinofaringites invernais); e a infeção oportunista (microrganismo habitualmente inofensivo que se torna patogénico num contexto de imunossupressão). Em todos os casos, um diagnóstico médico preciso é o pré-requisito para qualquer tratamento.
A transmissão dos agentes infecciosos ocorre por várias vias, dependendo da sua biologia:
Os sintomas de um estado infeccioso são, inicialmente, gerais: febre (resposta inflamatória do organismo, sinal de que o sistema imunitário está ativo), calafrios, fadiga intensa, dores musculares (mialgias), dores de cabeça. Posteriormente, sinais de localização indicam o órgão afetado — tosse e dispneia (pulmões), dor ao urinar (vias urinárias), diarreia (trato digestivo), erupção cutânea. Consulte um médico com urgência (ligue para o 15) em caso de febre muito elevada (> 40 °C), rigidez na nuca, púrpura fulminante, alterações do estado de consciência, dificuldades respiratórias graves ou febre ao regressar de uma zona tropical.
A prevenção de infeções assenta em dois eixos complementares: as medidas de barreira e o reforço da imunidade. As medidas de barreira incluem a lavagem das mãos com água e sabão (primeiro gesto de prevenção), a vacinação (gripe, hepatite, pneumococo, meningococo, consoante o perfil), o uso de proteções adequadas e a evitação de contactos próximos durante períodos epidémicos. Quando se toma um tratamento com antibióticos prescritos, deve completar-se sistematicamente o tratamento até ao fim e associar-se probióticos para preservar a flora intestinal perturbada.
Para o apoio natural das defesas imunitárias, vários micronutrientes estão comprovados: a vitamina C (500–1 000 mg/dia — alegação da EFSA relativa ao funcionamento normal do sistema imunitário), a vitamina D3 (1 000–2 000 UI/dia — défice invernal associado à vulnerabilidade a infeções respiratórias), o zinco (10–15 mg/dia — cofator da proliferação dos linfócitos T) ea equinácea (EMA: uso bem estabelecido na prevenção de infeções respiratórias virais benignas — cura de 2 a 4 semanas antes do inverno, contraindicação em doenças autoimunes e em pacientes sob tratamento com imunossupressores). Consulte a página de infectologia para uma apresentação completa dos agentes infecciosos e dos respetivos tratamentos.