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Meias e peúgas de compressão: gravidez, desporto e viagens

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Meias de contenção de algodão casual Legger para homem Classe 2 Meias de contenção de algodão casual Legger para homem Classe 2
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Apoio desportivo para o tornozelo Compex Activ-Ankle Apoio desportivo para o tornozelo Compex Activ-Ankle
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Tornozelo desportivo Compex-Activ-Ankle+ com correias Tornozelo desportivo Compex-Activ-Ankle+ com correias
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Meias de apoio técnico Legger Chic para homem Classe 2 Meias de apoio técnico Legger Chic para homem Classe 2
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meias threader Sigvaris Rolly meias threader Sigvaris Rolly
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Sistema de compressão de dupla banda sem látex Urgo K2 Sistema de compressão de dupla banda sem látex Urgo K2
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Sistema de compressão de banda dupla Urgo K2 Sistema de compressão de banda dupla Urgo K2
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O que é a compressão graduada e como funciona?

A compressão graduada é uma técnica terapêutica que aplica uma pressão decrescente desde o tornozelo até à parte superior da perna — máxima no tornozelo (ponto mais baixo da coluna venosa) e decrescente em direção ao joelho ou à coxa. Este gradiente de pressão obriga as paredes venosas dilatadas a aproximarem-se, acelerando o retorno sanguíneo para o coração. Descubra a nossa gama de compressão venosa para todos os perfis.

  • Mecanismo físico: pressão externa sobre a veia → redução do diâmetro venoso → aceleração do fluxo sanguíneo → prevenção da estase → redução do edema e do risco de trombose
  • Meias de compressão: cobrem o pé e a panturrilha — classes 1 e 2 são as mais comuns — desporto, trabalho em pé, prevenção
  • Meias de compressão: cobrem o pé + panturrilha + coxa — indicação médica (varizes, insuficiência venosa, pós-operatório) — requerem receita médica para as classes 2 e superiores
  • Collants de compressão: cobertura total dos dois membros inferiores + períneo — gravidez, insuficiência venosa grave, linfedema
  • Classes de compressão em mmHg: classe 1 (15–20 mmHg, prevenção leve) — classe 2 (20–36 mmHg, insuficiência venosa moderada) — classe 3 (36–46 mmHg) — classe 4 (> 46 mmHg, reembolsada mediante receita médica)

Quem deve usar meias ou peúgas de compressão?

A compressão venosa destina-se a vários perfis — desde desportistas a mulheres grávidas, passando por doentes com risco de trombose.

  • Profissões que exigem ficar em pé ou sentado durante longos períodos: enfermeiros, professores, vendedores, motoristas, funcionários de escritório — classe 1 (15–20 mmHg) — redução significativa da fadiga nas pernas e do edema vespertino
  • Desporto e recuperação: corredores, ciclistas, futebolistas — meias de compressão desportivas — melhoria da oxigenação muscular + redução das vibrações + aceleração da recuperação pós-esforço
  • Viagens aéreas: risco de trombose venosa profunda (TVP) — uso de meias de compressão durante voos com duração superior a 4 horas — combinar com exercícios do tornozelo e hidratação adequada
  • Gravidez: o aumento da progesterona dilata as veias — uso de collants de contenção desde o 1.º trimestre, caso haja antecedentes de varizes ou pernas pesadas
  • Pós-operatório: prevenção da TVP após qualquer cirurgia — meias de compressão colocadas antes da operação e mantidas até à retomada completa da marcha

Como escolher e medir a compressão?

  • Medição do tornozelo: de manhã, ao acordar (antes do aparecimento do edema) — circunferência do tornozelo + comprimento do pé + circunferência da panturrilha + comprimento da panturrilha até ao joelho
  • Nível de compressão adequado: sem antecedentes = classe 1 suficiente — varizes ou insuficiência venosa diagnosticadas = classe 2 mediante prescrição médica — linfedema ou TVP = classes 3–4 mediante prescrição especializada
  • Materiais para o verão/inverno: microfibra ou fios técnicos (respiráveis, verão) — lã ou mistura de algodão (quentes, inverno) — alguns modelos adequados para ambas as estações
  • Não usar durante a noite, salvo indicação médica específica — na posição deitada, a gravidade já não exerce pressão sobre o sistema venoso, pelo que a compressão deixa de se justificar fisiologicamente
  • Cuidados: lavar a 30–40 °C, sem amaciador — secar na horizontal ou ao ar livre — substituir a cada 3–6 meses, pois a elasticidade deteriora-se com as lavagens

Compressão e princípios ativos naturais: uma abordagem combinada para o conforto venoso

  • Castanheiro-da-Índia (escina): tonifica as paredes venosas e reduz a permeabilidade capilar — complementar à compressão para reduzir o edema vespertino
  • Videira vermelha, mirtilo, hamamélis: flavonoides venotónicos — apoiam a microcirculação e reduzem a sensação de pernas pesadas
  • Ómega-3: reduzem a viscosidade sanguínea e a agregação plaquetária — complemento interessante na prevenção cardiovascular e venosa
  • Hidratação: 1,5–2 L de água por dia — o sangue mais fluido circula mais facilmente — particularmente importante em viagens de avião (a desidratação agrava a estase venosa)
  • Atividade física (caminhada, natação, bicicleta): a contração dos músculos da barriga da perna é a «bomba venosa» mais eficaz — combinada com a compressão, reduz ao máximo o risco trombótico